BRASÍLIA - Após o ataque ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora (MG), o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, reuniu-se neste sábado com coordenadores de campanhas presidenciais e oficializou o aumento do efetivo policial colocado à disposição das equipes de segurança dos candidatos.
Até hoje, cada candidato poderia solicitar até 21 policiais federais para trabalhar na sua segurança. Agora, esse efetivo poderá ser ampliado para até 25 policiais, segundo informou, após o encontro, Bazileu Margarido, coordenador financeiro da Rede (candidata Marina Silva).
A medida já havia sido anunciada ontem pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. A PF não informou quem estava presente na reunião deste sábado, mas o Valor apurou que, além dos representantes de Marina Silva, havia coordenadores das campanhas de Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT).
Segundo fontes, nem a coordenação da campanha de Bolsonaro, nem a do PT compareceram à reunião. O convite partiu da própria direção da PF.
“Durante o encontro, os representantes foram informados de que, em decorrência da elevação do nível de alerta provocado por evento crítico no decorrer da campanha, haverá aumento do efetivo policial colocado à disposição das equipes de segurança”, diz nota divulgada pela PF.
Fonte: Valor Econômico
Presidente e líder rebelde do Sudão do Sul assinam mais um acordo para compartilhar o poder no governo de transição
O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o líder rebelde Riek Machar assinaram um acordo de paz para dividir o poder em um governo de transição na última tentativa de encerrar uma guerra civil de quase cinco anos que ceifou dezenas de milhares de vidas. A assinatura em Addis Ababa na quarta-feira veio depois de meses de negociações e pactos preliminares. O objetivo é acabar com o conflito que começou em dezembro de 2013, que causou um colapso quase econômico e forçou mais de um terço dos 12 milhões de cidadãos do país a abastecerem a terceira maior crise de refugiados do mundo depois da Síria e do Afeganistão. O acordo, que tem apoio internacional e regional, concede aos rebeldes e outras figuras da oposição posições importantes em um governo expandido do Sudão do Sul, com o Dr. Machar retornando como vice-presidente. Ele não será promulgado até o próximo mês de maio, e é a segunda tentativa de formar uma administração de transição com o líder rebelde após as primeiras semanas...
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