Por unanimidade, o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral) decidiu deferir a candidatura do deputado federal e ex-governador do Estado, Zeca do PT ao Senado. A candidatura de Zeca estava em análise em razão de condenação da Justiça, que foi anulada há uma semana.
O relator do julgamento da candidatura de Zeca no TRE é o juiz eleitoral Cezar Luiz Miozzo. Ele e os magistrados que integraram a sessão de julgamento na tarde desta segunda-feira (17) decidiram liberar a candidatura por unanimidade.
Advogado do PT, Alberto de Mattos disse ao Jornal Midiamax que o partido argumentava que mesmo que o julgamento do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) que condenou Zeca por envolvimento no escândalo conhecido como “farra da publicidade” não fosse anulado, o deputado poderia concorrer.
No último dia 10 de setembro, liminar do TJMS suspendeu os efeitos do julgamento porque um dos desembargadores que votou neste julgamento se declarou impedido em participar de outra sessão sobre o mesmo caso.
“Como houve a suspensão dos efeitos daquele acordão, a candidatura de Zeca está liberada por unanimidade”, explica Mattos.
Por Midiamax
Presidente e líder rebelde do Sudão do Sul assinam mais um acordo para compartilhar o poder no governo de transição
O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o líder rebelde Riek Machar assinaram um acordo de paz para dividir o poder em um governo de transição na última tentativa de encerrar uma guerra civil de quase cinco anos que ceifou dezenas de milhares de vidas. A assinatura em Addis Ababa na quarta-feira veio depois de meses de negociações e pactos preliminares. O objetivo é acabar com o conflito que começou em dezembro de 2013, que causou um colapso quase econômico e forçou mais de um terço dos 12 milhões de cidadãos do país a abastecerem a terceira maior crise de refugiados do mundo depois da Síria e do Afeganistão. O acordo, que tem apoio internacional e regional, concede aos rebeldes e outras figuras da oposição posições importantes em um governo expandido do Sudão do Sul, com o Dr. Machar retornando como vice-presidente. Ele não será promulgado até o próximo mês de maio, e é a segunda tentativa de formar uma administração de transição com o líder rebelde após as primeiras semanas...
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