A justiça distribuiu cinco dos onze presos nesta quarta-feira pela Operação Vostok, para presídios da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública). Entre os detidos transferidos estão o filho do governador, Rodrigo Souza e Silva, o deputado Zé Teixeira (DEM) e conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) Márcio Monteiro, que foram encaminhado à cela especial no Presídio Militar; o ex-prefeito de Dois Irmãos do Buriti, Osvane Ramos, que está no Garras (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros); e as outras sete pessoas foram dividas em celas do Centro de Triagem e da 3ª Delegacia de Polícia Civil.
Entre os demais presos estão o pecuarista Francisco Carlos Freire de Oliveira, Miltro Rodrigues Pereira, Ivanildo da Cunha Miranda (delator da Lama Asfáltica), o empresário João Roberto Baird, Antônio Celso Cortez (dono da PSG Tecnologia Aplicada), Osvane Aparecido Ramos (ex-prefeito de Dois Irmãos do Buriti) e o empresário Rubens Massahiro Matsuda.
Ainda são aguardadas as prisões do ex-prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra Ribeiro, do corretor de gado José Ricardo Guitti Guimaro e o também do pecuarista Elvio Rodrigues. A defesa de Cintra informou que ele está em viagem e deve se apresentar à PF ainda nesta quinta-feira (13).
Operação
A Operação Vostok tem objetivo de combater um esquema de pagamento de propina a representantes da cúpula dos Poderes Executivo e Legislativo estaduais, além do Tribunal de Contas do Estado, no Mato Grosso do Sul.
As investigações foram iniciadas no início deste ano, tendo por base os termos de colaboração premiada de executivos de uma grande empresa do ramo frigorífico. Os colaboradores detalharam os procedimentos adotados junto ao Governo do Estado para a obtenção de benefícios fiscais em Termos de Ajustes de Regimento Especial (Tares).
Por Capital News
Presidente e líder rebelde do Sudão do Sul assinam mais um acordo para compartilhar o poder no governo de transição
O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o líder rebelde Riek Machar assinaram um acordo de paz para dividir o poder em um governo de transição na última tentativa de encerrar uma guerra civil de quase cinco anos que ceifou dezenas de milhares de vidas. A assinatura em Addis Ababa na quarta-feira veio depois de meses de negociações e pactos preliminares. O objetivo é acabar com o conflito que começou em dezembro de 2013, que causou um colapso quase econômico e forçou mais de um terço dos 12 milhões de cidadãos do país a abastecerem a terceira maior crise de refugiados do mundo depois da Síria e do Afeganistão. O acordo, que tem apoio internacional e regional, concede aos rebeldes e outras figuras da oposição posições importantes em um governo expandido do Sudão do Sul, com o Dr. Machar retornando como vice-presidente. Ele não será promulgado até o próximo mês de maio, e é a segunda tentativa de formar uma administração de transição com o líder rebelde após as primeiras semanas...
Comentários
Postar um comentário